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Iniciação científica na faculdade: devo fazer?

Ao iniciar um curso de graduação, o aluno tem acesso a muitas oportunidades para construir e consolidar seus conhecimentos. Para formar profissionais com senso crítico e a capacidade de investigar, buscando saberes por meio de pesquisas, as melhores faculdades disponibilizam projetos de iniciação científica.

A proposta é despertar nos estudantes o interesse pela ciência, contribuindo para a qualidade de seus estudos na formação superior. Tudo isso tendo como base, claro, a pesquisa acadêmica. Mas, afinal de contas, em que realmente consiste a iniciação científica?

Se você sempre escuta que esse é um ótimo caminho a seguir, mas não sabe exatamente do que se trata, chegou ao post certo. Tem interesse pelo universo da pesquisa e quer saber como isso pode trazer benefícios para sua formação? Então fique de olho nos próximos tópicos, porque vamos esclarecer essa e muitas outras dúvidas sobre o assunto!

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O que é a iniciação científica?

A iniciação científica é um programa de formação e qualificação que apresenta os estudantes de graduação à pesquisa científica. Contempla um complexo sistema de aprendizado aplicado em uma linha científica de qualquer que seja a área, por meio de metodologias específicas para a elaboração de soluções para determinada questão.

O objetivo dessa iniciativa é despertar nos estudantes a vocação científica, incentivando-os a participar de projetos de pesquisa, congressos e eventos que possibilitem a reflexão e a discussão sobre princípios relacionados a seu campo de conhecimento — e provavelmente sua futura área de trabalho.

É preciso ressaltar que, nessa empreitada, os alunos contam com o suporte de pesquisadores da universidade. Assim, o processo de construção do conhecimento é favorecido, o que se reflete diretamente no desenvolvimento de raciocínio crítico e na formação da autonomia dos estudantes dentro da pesquisa acadêmica. Esse contato direto com os professores ainda possibilita uma valiosa troca de experiências que, muitas vezes, simplesmente não é possível no dia a dia da sala de aula.

Qualquer que seja o projeto, ele terá um período previamente estabelecido para sua conclusão. Ao término das atividades, os estudantes têm que apresentar os resultados obtidos com a pesquisa.

Os programas de iniciação científica devem ser ofertados pelas universidades com ou sem veiculação de bolsa oferecidas pelas agências tradicionais de fomento à pesquisa. As bolsas servem como um atrativo a mais, um incentivo para ajudar financeiramente os estudantes, garantindo assim sua participação com plena dedicação durante todo o processo.

Como é possível obter bolsa?

Como você acabou de ver, o estudante que deseja investir na iniciação científica pode fazê-lo sem vínculo com as bolsas de pesquisa. No entanto, se quer pleitear uma bolsa junto a uma agência de fomento ou pela própria universidade, é necessário dispor de tempo e estar pronto para se empenhar integralmente, pois muitas vezes é exigida dedicação exclusiva.

Uma das principais agências de fomento é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pela concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI).

As bolsas são concedidas diretamente às instituições de ensino responsáveis pelo processo de seleção, desde que respeitadas as normas estabelecidas pelo CNPq. As bolsas têm duração média de 12 meses e são renováveis. Os valores são dispostos de acordo com a tabela de valores de bolsano país.

Quais os benefícios da iniciação científica?

Saiba desde já: o estudante que ingressa em um programa de iniciação científica se coloca um passo à frente em relação às oportunidades e experiências tanto para sua carreira acadêmica como para sua vida profissional.

São grandes os benefícios trazidos por essa iniciativa, indo desde a preparação para um futuro de pesquisas à construção de um diferencial ligado ao crescimento profissional e pessoal. Veja a seguir algumas das principais vantagens proporcionadas por esses programas!

Rendimento acadêmico

A iniciação científica ajuda a desenvolver capacidades diferenciadas de oralidade e escrita, decorrência natural das constantes leituras bibliográficas e pesquisas, sempre conduzidas de forma crítica. Ainda fortalece aspectos de sociabilidade, consequência das recorrentes reuniões em grupo, além de desenvolver uma maior facilidade para falar em público. Todos esses aspectos resultam na melhoria do rendimento acadêmico ao longo da graduação, bem como, posteriormente, beneficiam a carreira.

Ingresso na pós-graduação

Se você pensa em dar continuidade a seus estudos por meio de uma especialização (como o mestrado, o doutorado e o pós-doutorado), a iniciação científica é um passo fundamental para o ingresso. O programa prepara o aluno ou profissional para a pós-graduação ao oferecer conhecimentos de introdução aos fundamentos do método científico, instruções sobre a preparação de projetos de pesquisa, além de orientação sobre a elaboração de artigos.

Certamente, os estudantes que já passaram por uma experiência assim apresentam melhor desempenho desde a seleção para a pós-graduação. Afinal, além dos conhecimentos agregados ao longo do projeto em si, esses alunos ainda têm a vantagem de ter seus currículos mais recheados, alavancando sua qualificação.

Preparação para o mercado

Ao contrário do que muita gente pode pensar, a iniciação científica não se limita apenas à carreira acadêmica, existindo exclusivamente para formar pesquisadores ou docentes universitários. Na verdade, esses programas trazem grandes diferenciais, que vão muito além do universo científico.

A iniciação científica ajuda efetivamente no exercício profissional, visto que contempla aspectos de análise crítica, de maturidade intelectual, de autonomia para as tomadas de decisão, de competitividade e de maior imponência diante das dificuldades. Todas essas particularidades adquiridas durante o programa influenciam diretamente a atuação no mercado de trabalho, fazendo com que o profissional seja altamente disputado.

A essa altura, ficou mais que claro que apostar na iniciação científica promove uma formação diferenciada, favorecendo aspectos importantes no desenvolvimento dos universitários — como senso crítico, espírito de equipe, criatividade, disciplina e muitos outros pontos igualmente relevantes.

É certo que essa iniciativa constrói muitas particularidades positivas no que diz respeito à vida acadêmica, possibilitando o desenvolvimento de futuros pesquisadores e preparação para a docência. No entanto, além de contribuir com uma experiência a mais na carreira profissional, a iniciação científica ainda aumenta a visão de mundo do aluno, influenciando diretamente em sua forma de atuação no mercado de trabalho, em prol de uma carreira de sucesso.

E então, gostou de saber como funciona a iniciação científica? Que tal aproveitar para assinar a nossa newsletter e receber diretamente na sua caixa de e-mail outros posts como este?

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